quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Pelourinho Cultural

Como forma de universalizar o acesso de soteropolitanos e turistas à cultura foi criada em 2007 pelo IPAC – Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Cultural da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) o programa Pelourinho Cultural. Desde a implementação dessa política pública já foram realizadas mais de 2 mil apresentações artísticas. Apresentações musicais, oficinas e projetos de dança, teatro, literatura, circo, cultura popular, artes visuais, entre outras linguagens artísticas, compõem o programa. Todas as ações desse projeto visam uma política cultural maior do Plano de Reabilitação do Centro Antigo de Salvador. Com esse intuito também foi lançado o edital Tô no Pelô que tem o propósito de fomentar a economia da cultura e a ocupação de largos e praças no bairro. Atualmente, 29 novos projetos foram aprovados no edital e devem garantir diversificada programação artística até o final de 2010.

 Segue o link da programação de Dezembro:
Agenda cultural de dezembro

Universalizar o acesso dos brasileiros à fruição e à produção cultural


O acesso à cultura, às artes, à memória e ao conhecimento é um direito constitucional e condição fundamental para o exercício pleno da cidadania. Sob a perspectiva de ampliação do conceito de cultura e da valorização da diversidade, é necessário ultrapassar os enfoques exclusivos nas artes consagradas e incluir entre os campos de ação do Estado as outras manifestações criativas, expressões simbólicas e identitárias que injetam energia vital no tecido social. Superar positivamente as indústrias culturais e seu caráter restritivo e homogeneizador, predominante até os anos 90, implica no alargamento das possibilidades de experimentação e criação estética e, também, na implementação de novas conexões e formas de cooperação entre artistas, produtores, gestores culturais, organizações sociais e instituições locais. O PNC deve contemplar ainda a garantia das condições necessárias à realização dos ciclos que constituem os fenômenos culturais: da formação artística e de público à garantia de ampla disponibilidade dos meios de produção e difusão.

Marginalização X Segurança Pública: o que a Educação tem a ver com isso?



                                                 Charge: Paulo Caruso -  Roda Viva

 Para entendermos melhor a questão da segurança pública e o problema da marginalidade no Rio de Janeiro, é preciso adotar uma visão muito além do senso comum e passional a qual foi veiculada pela grande mídia. Aos interessados nas interpretações dos fatos, recomendo a leitura de “A crise no Rio e o pastiche midiático”, de Luiz Eduardo Soares. Para ele, o tráfico de drogas só chegou a este ponto porque se desenvolveu em sociedade com segmentos policiais corruptos, sem generalizar, é claro, a atuação de muitos policiais honrados. Há razões para a corrupção prosperar: a fonte do crime organizado e a negociação que impera no Rio contam com envolvimento político, as milícias atuam como cabos eleitorais e isso vale muito voto. As UPPs são importantes e simbolizam um corte político, as ocupações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão foram necessárias, mas é apenas o começo, não significam que ganhamos a guerra, enquanto houver esse casamento perverso entre o Estado e a ilegalidade. Quanto às razões para a rebelião dos traficantes, além da revolta com a implantação das UPPs, é um caso de segredo de estado! Quais seriam então essas razões? Entendendo que a questão é muito mais complexa do que imaginamos, gostaria de manifestar minha opinião como pedagoga: a questão da marginalidade não se restringe apenas ao âmbito da segurança pública, envolve também a perspectiva política, social, educacional e cultural. Desde Platão na Grécia antiga, a busca por uma sociedade justa significava a divisão social por classes para garantir a manutenção de uma cidade ideal descrita no livro “A República”. A cidade ideal platônica seria estruturada em três estamentos: trabalhadores manuais (artesanato e agrícola), guerreiros (responsáveis pela ordem e proteção) e sábios e governantes (filósofos). Mas como é que seria mantida essa sociedade justa e harmoniosa? A educação foi a peça chave para o funcionamento da cidade, fundamentada em um ideal político e com adequação de currículos acadêmicos diferenciados para cada caso. Toda educação envolve política, sempre foi assim e sempre será, estão muito enganados os que veem a educação como um instrumento de equalização social. É preciso entender a educação para além do foco pedagógico, quer dizer, como aparato para discriminação e marginalização social. Do mesmo modo que as políticas de segurança pública só obterão êxito no momento em que extinguir com a corrupção policial e política, a educação só irá prosperar quando for oferecida com igualdade de oportunidades, isto se expande para a questão social e cultural. Quando foi que as escolas se efetivaram como um espaço de transformação e democratização social? A classe dominante nunca teve esse interesse. Como a educação e as políticas públicas poderão contribuir para a superação da marginalidade?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Ginna D' Mascar

Se o máximo que você faz numa quarta-feira é pegar um cinema porque o ingresso é mais barato, precisa dar um pulo no Beco dos Artistas. Lá todas as quartas a drag queen (nada convencional), Ginna D'Mascar, faz seu pocket show marcado por muito humor e improviso.

Um beco no Garcia se tornou ponto de encontro de artistas vindos, principalmente dos teatros Vilha Velha e TCA na década de 60, daí o nome: Beco dos Artistas. Reduto de gente descolada, apreciadores da arte e da diversidade sexual, o Beco é hoje formado por diversos bares.

E é no Bar Camarim que Ginna se apresenta. Uma personagem totalmente fora dos critérios de beleza das dreag queens diverte o público com dublagens muito engraçadas. A interação com o público é fator integrante dos seus espetáculos. Vale a pena conferir.

Onde: Bar Camarim, Beco dos Artistas. Av. Cerqueira Lima (Travessa da Avenida Leovigildo Figueiras)   nº  5, Garcia
Quando: todas às quartas, às 22:00 h.
Quanto: R$ 5,00 e 2,50.

Festas populares: Conceição da praia

Hoje os soteropolitanos acordaram cedo para homenagear Nossa Senhora da Conceição da Praia, padroeira da Bahia. A primeira missa foi celebradas às 06:30h, mas muito antes as homenagens já estavam sendo feitas, por volta das 05:00h da manhã.
Fiéis lotam Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia (Foto: Arestides Baptista) O cardeal arcebispo de Salvador, dom Geraldo Majella Agnelo, deu início à missa campal às 08 da manhã. A celebração contou também com a participação do padre Adilton Lopes, pároco da Igreja.
A procissão pelas ruas da Cidade Baixa começou logo em seguida, com a presença da imagem de Nossa Senhora da Conceição da Praia.
Outra parte tradicional da celebração é a festa que acontece nas imediações do Mercado Modelo. O dia de homenagens foi encerrado às 18h com a celebração da Missa da Amizade.
A festa da Conceição da Praia é importante pois marca o início das festas e celebrações populares da capital baiana.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Literatura no Rádio e na TV

A Literatura não é encontrada somente no papel:
Então, aqui, indicamos programas de rádio e de televisão sobre livros, literatura, autores, leitores...




"Entrelinhas"

"(...) é um programa dedicado aos livros e à literatura, com trinta minutos de duração, exibido pela TV Cultura de São Paulo, desde o dia 5 de julho de 2005. Apresentado por Paula Picarelli, tendo como editor-chefe Manuel da Costa Pinto, o programa vai ao ar pela TV Cultura e também é retransmitido por quase todas as emissoras públicas e educativas do país."


Emissora: TV Cultura
Dia/horaDomingo: 21:30 - 
Terça: 01:30 h.
+ Infornações


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"Leituras"
Apresentado pelo jornalista Maurício Melo Jr. Lançamentos e entrevista com escritores brasileiros. Os programas tanto podem ser vistos pela TV ou on line.


Emissora: TV Senado
Dia/horaSábado: 09:30/20:00 - 
Domingo: 20:30 h.

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"Sala de Leitura"
"O programa Sala de Leitura – Livros por quem faz tem como prioridade abordar a produção editorial universitária e as questões relacionadas ao livro, à leitura e à literatura do país."


Emissora: Rádio USP (on line)
Dia/horaTerça e Quinta: 09:00/16:30/22:00 - 
Domingo: 10:00/18:00 h.

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"Expressão Literária"


Emissora: Rádio MEC (on line)
Dia/hora: (podcasts)




"Cronópios: Perfil Literário"
"Idealizado e apresentado por Oscar D’Ambrosio, o Perfil Literário é um programa de rádio que entrevista escritores de todo o Brasil. Ele é veiculado pela Rádio Unesp, localizada na cidade de Bauru, no centro do estado de São Paulo."



Emissora: Portal Cronópios (on line)



Dia/hora: (podcasts)


by: T.S.C.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

SEXTAS POÉTICAS



Sextas Poéticas

Por Uilians Souza e Sérgio Bezerra

O Sextas Poéticas é um encontro quinzenal que acontece para recitar, cantar, contar e viver a arte em suas várias possibilidades; capitaneado por um grupo de estudantes do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia e uma de pedagogia, da Uneb, no Pátio do IL/UFBA. O ‘Sextas’ ocorre pontualmente às 18 horas, obviamente às sextas-feiras.

Em 2009, alguns membros desse grupo – todos homens – reuniam-se em esteiras, sobre a grama, em frente do PAF III e à Biblioteca reitor Macedo Costa para recitar, cantar e conversar sobre poesia, arte e cultura no fim de tarde das sextas-feiras. Um dia surgiu a idéia de “entrar” no prédio com aquele encontro, ampliando-o.
O pátio interno de Letras, então, encontrava-se sem uso algum; eles reuniram-se e decidiram dar início à atividade com o objetivo de reunir artistas que transitam (ou não) pelo espaço dessa instituição (Ufba).

No Instituto de Letras/UFBA, principalmente na área de Literatura, existe um grande números de pessoas – professores e alunos – que escrevem textos em variados gêneros, mas não tem um espaço específico para demonstrar seus trabalhos. A proposta é tornar o ambiente acadêmico mais dinâmico e colorido, num espaço onde a Arte seja cada vez mais vivida, tendo entretanto, a poesia como carro-chefe.

Em 2010, 10 edições já aconteceram (com bastante sucesso); várias foram as formas de manifestações artísticas e culturais apresentadas no evento: poesia, música (Mestre Timbó; Cícero Mayor, Rebeca Lima e outros alunos); capoeira angola; grupo de percussão Mata Inteira (Ufba); poetas convidados (José Carlos Limeira, Núbia Paiva), contistas como Fábio Mandingo, performances teatrais, clowns etc.

O grupo do Sextas Poéticas é composto por: Alex Pitta, Jocevaldo Santiago, Mario Fausto, Sérgio Bezerra, Silvana Machado, Uilians Souza e Vanessa Oliveira, além de Carla Oliveira (Uneb).


Abaixo seguem os links do vídeo de divulgação do evento, do perfil no Orkut e do blog:





 
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